quinta-feira, 3 de julho de 2014

Foto com "jacaré de duas cabeças" faz sucesso na internet.

03/07/2014 12h20 - Atualizado em 03/07/2014 13h18

Americano diz que flagrou animal em rio na Flórida, EUA.
Imagem foi compartilhada por milhares de usuários nas redes sociais.

Do G1, em São Paulo
Uma foto publicada no Facebook que mostraria um aligátor (jacaré americano) com duas cabeças faz sucesso na internet. O americano Justin Arnold escreveu em seu perfil que fotografou o réptil na sexta-feira (27) enquanto passeava com seu cão perto do Rio Hillsborough, em Seminole Heights, no estado da Flórida (EUA).
Foto publicada no Facebook que mostraria jacaré com duas cabeças (Foto: Reprodução/Facebook/Justin Arnold)Foto publicada no Facebook mostraria jacaré com duas cabeças (Foto: Reprodução/Facebook/Justin Arnold)

Resumo sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Após a 2ª Grande Guerra Mundial, com as atrocidades cometidas pelo Nazismo de Hitler, fez-se necessário um movimento que visasse reconstruir os direitos humanos, então, dilacerados pela destruição e subjugação da pessoa humana, que culminou no extermínio de mais de 11 milhões de pessoas.

Diante desse contexto histórico é que a Organização da Nações Unidas, em assembleia geral realizada em 10 de dezembro de 1948, aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, como marco de reconstrução dos Direitos Humanos em busca do processo de universalização desses direitos, com o objetivo de evitar que esses acontecimentos ocorressem novamente.

Ao longo de seus 30 artigos, a DUDH trata de direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais, com a ideia de garantir um mínimo de DIGNIDADE para os homens.
Apesar de tecnicamente não ter um "poder vinculante" (que obriga seu cumprimento) como no caso de um tratado internacional (pois trata-se de uma DECLARAÇÃO) é o documento mais importante já adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e sua história o faz mais que um instrumento que simplesmente oferece normas orientadoras.

A DUDH é uma fonte do direito internacional consuetudinário, ou seja, refere-se a uma prática recorrente (costumes - daí a expressão consuetudinário) entre os Estados (PAÍSES) que se origina de uma convicção de obrigação legal por parte dos membros atuantes.

Um direito é um título, uma norma de conteúdo declaratório, prerrogativas. Os Direitos Humanos são títulos legais que toda pessoa possui como ser humano, daí sua característica de UNIVERSALIDADE, pois, a todos pertencem, ricos, pobres, homens, mulheres, negros, brancos, pardos, etc. sem que haja qualquer tipo de discriminação.

Além da universalidade outra característica importante dos direitos humanos é aHISTORICIDADE, o que quer dizer que são conquistados ao longo dos tempos, principalmente com as revoluções. Entre as revoluções, talvez a mais importante para os direitos humanos é a Revolução Francesa de 1789, que defendeu entre os direitos àliberdade a igualdade e a fraternidade. Tanto que em seu artigo primeiro a DUDH trás a bandeira defendida pela revolução: 

Art. I - Todas as pessoas nascem LIVRES e IGUAIS em dignidade e direitos. São dotadas de razão  e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito
de FRATERNIDADE.
Direitos Humanos são os direitos que o cidadão opõe contra o arbítrio do Estado, em nome de sua dignidade. São direitos essenciais, inerentes à pessoa humana e devem ser defendidos e garantidos pelo Estado. Sem esses direitos os homens seriam como coisas. A ideia é garantir um mínimo de Dignidade às pessoas.

RESUMO:
1 - Aprovada em 1948 pela Assembléia Geral das Nações Unidas;
2 - Elaborada sob o impacto das atrocidades cometidas na 2ª Guerra Mundial (a segunda guerra mundial foi em 1945);
3 - Retomou os ideais da Revolução Francesa (Liberdade, Igualdade, Fraternidade - art. I da DUDH));
4 - Tecnicamente trata-se de uma recomendação e não tem poder vinculante (Declaração);
5 - Somente homens (homens e mulheres) são titulares de Direitos Humanos (seres dotados de razão e consciência - art. I da DUDH).

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Vítima de abuso sexual perdoa sequestradores e mantém contato com criminosos em rede social.

01/07/2014 07h43 - ATUALIZADA EM: 01/07/2014 08h29 - por Redação Marie Claire

História da canadense mantida por 15 meses em cativeiro na Somália vira filme. Amanda Lindhout foi sequestrada quando fazia uma reportagem no país

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SEQUESTRO DA JORNALISTA AMANDA LINDHOUT SE TORNA ENREDO DE FILME DE HOLLYWOOD (Foto: TWITTER)
A jornalista canadense que foi mantida em cativeiro na Somália por 15 meses terá sua história contada em um filme. Amanda Lindhout, 33, fazia uma reportagem com o fotógrafo Nigel Brennan no país quando foram capturados por fundamentalistas islâmicos em agosto de 2008. Os dois só foram libertados depois que suas famílias pagaram cerca de R$1.300 milhão pelo resgate após negociarem com os criminosos depois de desistirem da ajuda dos governos do Canadá e Austrália.
O filme será baseado no best-seller "The House In The Sky" escrito pela própria jornalista após ser libertada. Em entrevista ao jornal "Bangor Daily News", Lindhout contou que o conceito de House In The Sky, casa no céu, em português, era o lugar em sua imaginação em que se refugiava quando sofria os constantes abusos.
"Era o lugar na minha memória e imaginação que me ajudou a sobreviver. A realidade da minha experiência foi de muita violência. Era difícil sobreviver a um dia e eu não sabia quando ou se [o abuso] teria fim."
Foi durante um destes momentos em que a jornalista teve o que ela chama de "momento de despertar", no qual ela conseguiu forças para perdoar. "Abdujllah estava abusando de mim, quando tive quase uma experiência extra corporal", lembrou. "Me peguei olhando para baixo e vendo a mim mesma no chão".
A canadense contou ter percebido que os criminosos só conheciam a violência. "Estava muito claro que meus sequestradores eram produtos de guerra e certamente foram moldados assim. Ter este entendimento me ajudou. Eles são seres humanos com histórias tristes. Isto não os faz inocentes, mas são produtos de uma cultura de violência", afirmou.
Quatro meses após o sequestro, Lindhout fundou uma ONG batizada de Global Enrichment Foundation, que dá educação para mulheres na Somália. Foi este trabalho que fez com que um dos criminosos entrassem em contato pelo Facebook e elogiasse sua iniciativa. "O fato de eles saberem do trabalho que faço agora, de saberem que escolhi a compaixão, de verem que não puderam me destruir, é a melhor justiça que pude ter", disse. 
Os direitos do filme agora são da Annapurna Pictures. A empresa produziu premiados longas como "Trapaça" e "A Hora Mais Escura". A atriz Rooney Mara, que fará o papel de Lindhout, foi indicada ao Oscar em 2012 pela interpretação no longa "Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres.


terça-feira, 1 de julho de 2014

Pesquisa: Convívio com animais favorece sistema imunológico e reduz estresse.



A convivência com animais de estimação pode contribuir não só para o bem-estar psicológico, mas também para a prevenção e tratamento de várias patologias. A conclusão tem como base a revisão de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades. Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.
De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos. Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
            Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos e outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos também apontam benefícios. Profissionais que viviam em condições de estresse e faziam controle do problema com medicação foram divididos em dois grupos: os que tinham cachorro ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, foi constatado que as taxas de pressão sanguínea diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais.

Fonte: Blog mente e cérebro.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Assédio Moral no Trabalho.


Publicado por Aline Simonelli Moreira - 8 horas atrás
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Assdio Moral no Trabalho
Em razão do excesso de trabalho nos dias atuais e pela alta exigência de resultados, a saúde laboral das empresas se encontra cada vez mais fragilizada. Nesse contexto, é comum a ocorrência de assédio moral no ambiente de trabalho.
Esse assédio é caracterizado por humilhações repetidas e prolongadas em face de certos empregados com o intuito de prejudicá-los no meio laborativo.
Como consequência, tal prática acarreta danos à saúde psíquica e até mesmo física desse trabalhador. A título de exemplo, esse pode vir a sofrer distúrbios comportamentais, depressão, começar a ter dificuldade de se relacionar com outras pessoas, perder a motivação em trabalhar, etc.
O assédio não necessariamente é praticado por pessoas que ocupam posições de trabalho superiores aos das vítimas. O constrangimento pode ser realizado por colegas de trabalho que ocupam a mesma hierarquia laboral, porém que possuem o intuito de ridicularizar determinadas pessoas.
É possível citar algumas condutas que ensejam na caracterização desse assédio, tais como: desqualificar o funcionário em público; criar mentiras maldosas em face de um empregado; estabelecer metas inatingíveis; não atribuir tarefa alguma ao trabalhador; exigir a execução de uma tarefa com rigor excessivo; impedir ou limitar o tempo de ida ao sanitário; inventar apelidos pejorativos; ameaçar constantemente da probabilidade de demissão; dentre outras práticas.
Essas condutas violam a dignidade da pessoa humana, o valor social do trabalho e a função social da empresa, sendo que aquele que se sentir ofendido deve recorrer à Justiça!
Como prova da ocorrência do assédio moral as vítimas normalmente se utilizam de gravações, fotos, bilhetes, mensagens, sendo a prova testemunhal a mais utilizada.
Abaixo seguem alguns valores de indenizações em casos de assédio moral ocorridos no Brasil:
- R$ 100.000,00 (cem mil reais) por tratar o seu empregado como estagiário com o objetivo de fazê-lo pedir demissão.[1]
- R$ 100.000,00 (cem mil reais) em razão da empresa divulgar que a Reclamante estaria envolvida em fraudes juntamente com alguns lojistas, fato que posteriormente não se comprovou.[2]
- R$ 36.774,90 (trinta e seis mil e setecentos e setenta e quatro reais e noventa centavos) que corresponde a 10 vezes o salário da autora, em virtude de tratamento descortês por parte de seu superior hierárquico, da reputação de incompetência que lhe era atribuída, bem como do afastamento do trabalho por ocasião da sua substituição na atividade. [3]
- R$ 30.000 (trinta mil reais) ao empregado que ficou 15 meses sem lhe ser designado qualquer atividade, tendo sido privado, inclusive, de acesso ao sistema corporativo interno (intranet).[4]
- R$ 27.250,00 (vinte e sete mil duzentos e cinquenta reais) devido à excessiva pressão e coação sobre os trabalhadores comissionistas, colocando esses contra os não comissionistas.[5]
- R$ 20.000,00 (vinte e mil reais) por isolar um empregado e não lhe passar tarefa alguma por cerca de 5 anos.[6]
- R$ 15.000 (quinze mil reais) por pressão psicológica excessiva.[7]
- R$ 10.000 (dez mil reais) por obrigar vendedores que não haviam alcançado a meta estipulada pela empresa a dançar ao som de músicas depreciativas e de palmas produzidas pelos vendedores que haviam alcançado a referida meta.[8]
Esses valores variam conforme a repercussão da ofensa, a intensidade do sofrimento do empregado, sua posição social e política, a intensidade do dolo ou culpa dos responsáveis, a situação econômica da empresa, a prática reiterada da conduta ofensiva, dentre outras circunstâncias verificáveis no caso concreto.
Caso necessite, procure a ajuda de um advogado especialista em relações de trabalho e busque a reparação de seu direito.

[1]TRT 15ª R.; RO 0001116-10.2010.5.15.0079; Ac. 57098/2013; Quarta Câmara; Relª Desª Ana Cláudia Torres Vianna; DEJTSP 05/07/2013; Pág. 888.
[2]TST; RR 107900-13.2008.5.15.0004; Primeira Turma; Rel. Min. Hugo Carlos Scheuermann; DEJT 19/04/2013; Pág. 456.
[3] TST; RR 834700-75.2008.5.09.0013; Sétima Turma; Rel. Min. Pedro Paulo Teixeira Manus; DEJT 12/04/2013; Pág. 2571.
[4]TST; AIRR 178400-08.2009.5.21.0003; Primeira Turma; Rel. Min. Hugo Carlos Scheuermann; DEJT 21/06/2013; Pág. 338.
[5]TST; RR 842400-28.2009.5.09.0673; Quinta Turma; Rel. Min. Guilherme Augusto Caputo Bastos; DEJT 24/05/2013; Pág. 1834.
[6]TST; RR 93-86.2012.5.03.0113; Sétima Turma; Relª Min. Delaide Miranda Arantes; DEJT 21/06/2013; Pág. 1465.
[7]TRT 6ª R.; Rec. 0001501-04.2011.5.06.0004; Primeira Turma; Rel. Des. Sergio Torres Teixeira; Julg. 16/05/2013; DOEPE 27/05/2013.
[8]TST; RR 74-09.2010.5.05.0012; Quinta Turma; Rel. Min. Guilherme Augusto Caputo Bastos; DEJT 14/06/2013; Pág. 1053.
Aline Simonelli Moreira
Publicado por Aline Simonelli Moreira
Advogada-sócia do escritório Brito & Simonelli Advocacia e Consultoria (www.britoesimonelli.com.br). Atua nas áreas trabalhista e...

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domingo, 29 de junho de 2014

Site britânico diz que Brasil é ótimo para fazer negócios.


Site britânico 'Wales' O site britânico "Wales Online" destacou neste domingo (29) que, à parte de toda a discussão sobre Copa do Mundo e Olimpíadas de 2016, o Brasil é um ótimo país para fazer negócios. Na opinião da autora do texto – a especialista em impostos Louise Evans, que atua na unidade do País de Gales da multinacional Grant Thornton,de auditoria e consultoria contábil –, o fato de o Brasil hospedar dois grandes eventos esportivos quase seguidos representa uma grande oportunidade para empresas do Reino Unido também poderem "abocanhar uma fatia desse bolo".
Segundo o artigo, porém, quem deseja quer investir aqui deve se preparar bem primeiro: pesquisar o mercado a fundo e explorar oportunidades com parceiros locais. Em seguida, há a questão da língua, e é aconselhável ter um tradutor que fale português fluente – pois "o inglês não é muito falado no Brasil, a menos que você esteja lidando com altos executivos". (Leia o texto original, em inglês).
Além disso, é preciso estar ciente das diferenças regionais do país. Para Louise Evans, é muito diferente fazer negócios no estado de São Paulo, "o motor econômico do país", com 40 milhões de habitantes, em relação a áreas menos desenvolvidas do Norte e do Nordeste. Mas, embora possa ser mais fácil fechar negócios nas regiões mais ricas, os locais menos desenvolvidos têm impostos mais baixos e podem até oferecer incentivos fiscais e menor concorrência, destaca o texto.
O Brasil – integrante dos Brics, junto com Rússia, Índia, China e África do Sul – é descrito como "uma das grandes economias emergentes que têm ocupado um lugar à mesa ao lado das potências globais". Maior economia da América Latina, com um Produto Interno Bruto (PIB) que representa mais da metade do PIB da região, o país é visto como uma economia de manufatura e serviços em expansão, impulsionada por uma classe média que cresce rápido e aumenta a demanda interna. Além disso, há uma base industrial "sofisticada e ampla", que favorece o consumo, e estabilidade política.
Mas nem tudo é otimismo. O artigo também destaca que o primeiro obstáculo para qualquer empresa britânica no Brasil é o sistema tributário, com impostos altos e complexos. O site cita um estudo recente do Banco Mundial que classificou o nosso país como um dos piores do mundo para administrar a carga tributária, com cerca de 50 taxas em potencial.
Outra grande dor de cabeça mencionada pelos britânicos é o nível de burocracia – o que acaba levando muitas empresas estrangeiras de volta para casa. Entre os problemas, o texto aponta entraves para obter licenças de importação e registros, como ocorre no setor farmacêutico. Nesses casos, para reduzir a carga fiscal e a burocracia, muitas vezes é mais vantajoso terceirizar a produção ou buscar outra opção.
O artigo do "Wales Online" cita, ainda, as distâncias e diversidades envolvidas no Brasil, que tem uma área de 3,3 milhões de quilômetros quadrados e 200 milhões de habitantes. O País de Gales, por exemplo, tem uma área de 8 mil quilômetros quadrados e uma população de 3,06 milhões de pessoas.

Investir no Brasil também significa ter acesso ao Mercosul – "o equivalente latino-americano da União Europeia" –, que inclui Paraguai, Uruguai, Argentina e Venezuela, e reúne uma população total de 250 milhões de pessoas. Para muitos analistas, o bloco tem potencial de ser uma das maiores economias do mundo até meados deste século.

QUATRO DICAS PARA QUEM ESTÁ ENTRANDO NO ENSINO SUPERIOR

A saída do Ensino Médio e o início dos estudos em uma instituição de ensino superior representam uma grande mudança para a vida do jove...