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domingo, 4 de maio de 2014

Menos refrigerantes para crianças.


Um dado apresentado por pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, revelou algo que muitos já imaginavam, infelizmente. O brasileiro está cada vez menos comendo arroz e feijão. Para piorar, o povo está cada vez mais consumindo refrigerante e cerveja.
A pesquisa foi divulgada em dezembro de 2010, conforme coleta de informações entre maio de 2008 e maio de 2009.
Essa pesquisa não é direcionada às crianças, mas seus efeitos poderão ser facilmente ligados ao público infantil. A razão é simples: pais que se alimentam inadequadamente geralmente oferecem uma refeição saudável aos filhos. Isso não significa que se o pai ingere cerveja, o filho também consumirá. Longe disso.
Mas a criança é uma "esponjinha" dos pais. Ou seja: tendem a copiar as atitudes dos pais. Se o pequeno sentar à mesa e notar que os pais comem com gosto uma maçã ou uma salada bem temperada ou então bebem um suco de laranja fresquinho, a chance de a criança se interessar por esses hábitos saudáveis é grande.
Agora um pai que traz refrigerante ou alimentos "engordativos" para casa estará contribuindo para alimentação ruim das crianças.
Tudo bem, de vez em quando é uma delícia beber refrigerante. É barato, fácil de encontrar e prático para beber (não precisa descascar ou coar), e é ótimo acompanhamento para pizzas e outras coisas. Mas o consumo diário de refrigerante é prejudicial às crianças.
Um copo cheio de refrigerante, por exemplo, contém em média de 80 a 100 calorias. Uma bomba principalmente para crianças com problemas ligados à obesidade.
É verdade que um copo com suco de laranja é tanto quanto calórico (90 calorias, em média), mas o suco fornece inúmeras propriedades nutritivas, como vitaminas e minerais. O refrigerante é paupérrimo em nutrientes.
O excesso de refrigerantes pode aumentar o risco de diabetes tipo 2, devido à grande quantidade de açúcar. Não à toa, a obesidade e diabetes tipo 2 aumentaram nos Estados Unidos, maiores consumidores de refrigerante.
Lembrem-se, pais: seu filho vê você como um "super-heroi". O que você fizer ele certamente achará o máximo. Portanto, não seria interessante você dar bons exemplos alimentares ao seu filho?
Bruno Rodrigues

sábado, 3 de maio de 2014

Dez bons motivos para deixar de comer frituras e beber refrigerante.





Por Rio de Janeiro

32 comentários

frituras euatleta (Foto: Getty Images)A combinação preferida do fasta food agride do coração aos ossos  (Foto: Getty Images)
As frituras são saborosas, por isso não é fácil eliminá-las da dieta. Mas saber que fazem mal torna o desafio mais simples. Conheça os efeitos negativos dessa forma de preparo tão freqüente à mesa dos brasileiros.

1) Até os óleos vegetais de boa qualidade se transformam em gordura ruim quando aquecidos. Não basta prestar atenção ao óleo utilizado, é preciso fritar os alimentos pelo menos tempo possível para reduzir os danos.

2) O óleo reutilizado se transforma em gordura transaturada, a famosa gordura trans, que está diretamente relacionadas às doenças cardiovasculares. Em casa, jamais reutilize o óleo da fritura para outros alimentos.

3) A fritura pode promover a formação da substância acroleína, que é altamente cancerígena.

4) Os alimentos fritos tem características inflamatórias, ou seja, podem trazer acúmulo de gordura abdominal e resistência à insulina, fazendo com que você se sinta mais cansado, com menos energia, passe a ser menos fértil e absorva menos os nutrientes dos alimentos.

5) Gorduras encontradas nas frituras, quando consumidas em excesso, podem causar aumento da pressão arterial.

Companheiro fiel das batatas fritas e hambúrgueres, o refrigerante só piora a equação entre a alta quantidade de calorias e o baixo valor nutricional. Mesmo em versões diet, é fácil elencar cinco motivos para tira-lo da dieta.

1) Um dos componentes dos refrigerantes tipo cola é o ácido fosfórico ou fósforo, que elimina o  cálcio dos ossos, deixando-os mais fracos. Isso leva a um maior o risco de osteoporose, principalmente em mulheres.

2) O consumo em excesso de bebidas adoçadas leva à obesidade que, por sua vez, aumenta os riscos de outras doenças, como diabetes, câncer e problemas cardíacos. No caso dos refrigerantes o agravante é que são calorias vazias, sem valor nutricional.

3) O organismo gasta nutrientes para conseguir eliminar a ingestão da química presente no refrigerante do corpo, sendo a versão diet ainda pior pela grande quantidade de adoçante artificial.

4) Quando consumido junto às refeições, o refrigerante dificulta a absorção de fósforo, ferro e cálcio contidos nos alimentos.

5) Todos os refrigerantes, diet ou normais, possuem grande concentração de sódio, que pode provocar um aumento da pressão arterial.

* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
Natália Oliveira (Foto: Editoria de Arte / EUATLETA.COM)

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