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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Metodologia da Administração do Tempo.

By Carlos Lupus

Em seu livro  A TRÍADE DO TEMPO, Christian Barbosa comenta que a metodologia da administração pessoal do tempo contém cinco fases distintas. Cada uma delas busca atender às principais necessidades que se tem em matéria de produtividade pessoal.
O processo de administração pessoal apresenta cinco fases cíclicas, o que pode significar que sempre que for necessário, se poderá retornar à fase inicial, passando por todas demais ao longo da sua aplicação. Esse processo de revisão cíclica ajuda a manter você na direção correta e a sempre aperfeiçoar o caminho traçado para obter resultados que se propôs a alcançar.
Este processo é dividido em  cinco fases: IDENTIDADE, METAS, PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO e EXECUÇÃO.
 1 - IDENTIDADE:
Esta fase é a mais importante de todas destacadas acima. É a fase de reflexão, que nos leva a fazer uma viagem ao interior de nós mesmos. Objetiva buscar as nossas entranhas, as nossas mazelas, inquietações, medos, ansiedades pelo que pode ou não nos acontecer. É uma experiência rica que nos faz crescer no mais amplo sentido: fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente.
 Sócrates, grande filósofo grego, que viveu em Atenas entre 469 e 399 a.C, já tinha conhecimento  sobre este assunto, e o demonstrou  através de uma de suas frases mais conhecidas: “ Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses”.
“Conhecer-se a si mesmo é um processo, é uma tarefa inesgotável, um desafio impossível de se concluir. É saber com clareza quais são minhas forças e fraquezas, do que gosto e do que não gosto, o quero e o que não quero”.  Este é o pensamento de Jorge Bucay em seu livro Quando Me Conheci, que fortalece a importância da descoberta de nossa identidade como passo inicial em qualquer processo de administração pessoal .
O filme Gladiador, de Riddley Scott, tem uma frase emblemática que resume o conceito de identidade. Antes de uma batalha decisiva, O general  Maximus, vivido pelo ator Russel Crowe, disse aos seus guerreiros: “O que fazemos em vida ecoa pela eternidade”.
Identidade é o marco inicial de qualquer processo de administração pessoal. Ela é a base que definirá o caminho a ser percorrido nas etapas seguintes.  É como definir por escrito, a direção que a estrela pessoal deseja alcançar.
“O objetivo da fase da identidade é definir a posição de cada um perante o mundo e diante de si mesmo. É a fase de autoconhecimento e da reflexão sobre as coisas importantes que compõem a vida. A identidade é a visão do ser humano em sua totalidade, na busca do equilíbrio e da realização pessoal.” Acrescenta Cristian Barbosa em seu livro A Tríade do Tempo.
Segundo os cientistas Francis Crick, Maurice Wilkins e James Watson (vencedores do Nobel de Fisiologia e Medicina de 1962), a molécula de DNA apresenta a estrutura espacial de "uma escada enrolada em espiral". Os "corrimões" (hastes) da escada são formados por moléculas de açúcar (pentoses) intercaladas por ácidos fosfóricos. Cada "degrau" da escada é formado por duas bases nitrogenadas, que estão ligadas entre si por pontes de hidrogênio. Este modelo da molécula de DNA é conhecido como modelo da dupla hélice.
DNA ou ADN, iniciais em inglês de ácido desoxirribonucléico (deoxyribo nucleic acid), é uma longa cadeia de moléculas com informações em forma de códigos químicos que determina o que uma célula tem. Esses códigos, que são únicos em cada pessoa, dirão ao corpo e às células como crescer e se formar. O DNA é capaz de produzir uma cópia de si mesmo. Forma os genes que estão contidos nos cromossomos e é responsável pela transmissão das características genéticas. É graças a ele que milhões de diferentes formas de vida têm ocupado a Terra desde a existência dos primeiros organismos vivos, há cerca de três a quatro bilhões de anos


Esta complexa molécula da vida é responsável pela singularidade do ser humano. Nenhum de nós, por mais parecido que possamos ser, apresentamos características idênticas aos nossos semelhantes.


Logo, conhecer a nossa IDENTIDADE é fundamental no processo de montagem de qualquer plano de ação que objetive o nosso crescimento pessoal e profissional, destacando, sobretudo, a maximização dos nossos pontos fortes e minimização dos nossos pontos fracos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

EDUCAÇÃO: NOVOS DESAFIOS, NOVOS PARADÍGMAS.

Publica-se cada vez mais na imprensa, que este século será o do conhecimento humano. Em nenhuma época anterior a esta que estamos vivendo, a humanidade foi atropelada por uma quantidade avassaladora de "novos saberes", principalmente através da internet.

Paradoxalmente, a esta abundância de conhecimentos que nos permite acessar as conquistas humanas em quase todas as áreas do saber, torna-se extremamente preocupante, o fato de que este excesso de conteúdo não está sendo devidamente processado em nosso cérebro. Ou seja, as informações obtidas através das diferentes fontes de consulta, não estão sendo racionalmente compreendidas e assimiladas de forma harmônica pelo nosso intelecto.

Logo, mais importante do que ter o acesso ao conhecimento, é ter tempo suficiente para refletir a respeito da sua importância e de sua aplicabilidade.

Todo este texto introdutório, justifica-se a minha preocupação em relação aos paradígmas da educação majoritária aplicada na maioria de nossas escolas. Como é do conhecimento geral, principalmente dos pais que têm filhos em idade escolar, possuidores de média à alta escolaridade, a grade curricular da maioria das instituições acadêmicas do país está centrada no Conhecimento. Os alunos, em sua maioria, são obrigados a armazenar uma quantidade absurda e muitas vezes desumana de conteúdos; algumas vezes sofisticados, para o seu grau de amadurecimento cerebral; o que de  certa forma é um contrasenso e uma perda enorme de tempo.
Recentemente foi feita uma pesquisa sobre ex-alunos, em uma tradicional universidade americana. Nesta pesquisa, a instituição procurou saber como eles  estavam no mercado de trabalho. Espantosamente, concluiu-se que os  mais bem sucedidos no mercado ocupacional não foram, preferencialmente, aqueles que obtiveram os melhores graus de aproveitamento acadêmico. Muitas vezes, pelo contrário, eram aqueles não tão brilhantes na área cognitiva, mas competentes na arte de fazer amigos, sobretudo, através das chamadas redes sociais. Utilizando estes meios de comunicação "on line ", conseguiram fazer parte de uma teia de contatos que, provavelmente, muito contribuiu para alavancar as suas carreiras profissionais.

De certa forma, nunca fui favorável a este excesso de informações imposto ao aluno. Até porque, considero que a escola deva ser um ambiente holístico, integral, agradável, desafiador e de busca natural do conhecimento como também de relacionamento social e crescimento do "eu interior" individual. Lembrando as palavras escritas no portal de entrada para consulta ao Oráculo de Delphos, famoso oráculo da antiguidade grega: " Conhece-te a ti mesmo e conhecerás a natureza e os deuses." Segundo a minha visão, a felicidade humana está dentro de cada um de nós. Para buscarmos a sua compreensão, se faz necessário, muitas vezes, tentarmos conhecer as nossas próprias verdades; como dizia Sócrates em sua frase lapidar: " Conheça-te a ti mesmo." Muitas vezes, as respostas para os nossos questionamentos estão em nosso interior. Daí, a importância da nossa introspecção. Através dela, podemos alcançar algumas de nossas raízes existencias. É sempre bom refletir que a vida é feita de escolhas. Viver é escolher, saber viver é saber escolher. O resto, é tudo consequência.

Além de ser um "banco de idéias", a escola deve desenvolver no educando, a capacidade de fazer uso da internet, também para aperfeiçoar as redes sociais, quando então o mesmo poderá aperfeiçoar a sua teia de contatos para melhor viabilizar a sua vida acadêmica.
A escola deve aprimorar no aluno, a sua capacidade de comunicação. Neste mundo globalizado, as pessoas que tiverem maior acesso à informação, e como tal, saberem transmití-las com transparência e objetividade terão maiores possibilidades de acessar as melhores vagas no mercado de trabalho. Infelizmente, no mundo  atual, não há chance para os tímidos. Uma das formas de se desenvolver esta habilidade no ambiente escolar é através dos estudos da Filosofia, Sociologia, da Psicologia e das Técnicas Teatrais.

 Neste mundo cada vez mais interativo e dinâmico, onde a competitividade está cada vez mais acirrada e desumana, percebe-se com bastante clareza, que não haverá emprego para todos. Assim sendo, a escola destes tempos, onde a única certeza é a mudança, que vem de maneira rápida, e muitas vezes, de forma irreversível, deverá preparar o seu alunado para se adequar consciente e harmonicamente a este ambientede novos desafios; onde não bastará apenas o domínio das Ciências e das Tecnologias. Será necessário empreender, já na escola, de preferência, com idéias e projetos. Será fundamental que aliado ao saber e as idéias de empreendedorismo , o estudante possa ampliar a sua rede social de contatos, e ao mesmo tempo, possa comunicar-se de forma adequada com os seus interlocutores, enfatizando com argumentos e boa capacidade de oratória, quando necessário, o seu poder de persuasão.

É imprescindível que a Escola ao atuar como um "banco do saber", possa preparar o aluno, antes de qualquer outra coisa, a ser um empreendedor de novas idéias, projetos e sonhos. Lembrando as palavras do professor francês Louis Jacques Filion: "Empreendedor é alguém que imagina, divulga e realiza visões." Inúmeros são os exemplos de pessoas que foram empreendedoras em seus projetos de vida. Através de seus sonhos, conseguiram inventar o futuro, modificaram as suas vidas e trouxeram avanços para a humanidade, através de projetos geradores de emprego e bem estar social.

sábado, 16 de maio de 2009

EDUCAÇÃO: NOVOS DESAFIOS, NOVOS PARADÍGMAS

Publica-se cada vez mais na imprensa, que este século será o do conhecimento humano. Em nenhuma época anterior a esta que estamos vivendo, a humanidade foi atropelada por uma quantidade avassaladora de "novos saberes", principalmente através da internet.

Paradoxalmente, a esta abundância de conhecimentos que nos permite acessar as conquistas humanas em quase todas as áreas do saber, torna-se extremamente preocupante, o fato de que este excesso de conteúdo não está sendo devidamente processado em nosso cérebro. Ou seja, as informações obtidas através das diferentes fontes de consulta, não estão sendo racionalmente compreendidas e assimiladas de forma harmônica pelo nosso intelecto.

Logo, mais importante do que ter o acesso ao conhecimento, é ter tempo suficiente para refletir a respeito da sua importância e de sua aplicabilidade.

Todo este texto introdutório, justifica-se a minha preocupação em relação aos paradígmas da educação majoritária aplicada na maioria de nossas escolas. Como é do conhecimento geral, principalmente dos pais que têm filhos em idade escolar, possuidores de média à alta escolaridade, a grade curricular da maioria das instituições acadêmicas do país está centrada no Conhecimento. Os alunos, em sua maioria, são obrigados a armazenar uma quantidade absurda e muitas vezes desumana de conteúdos; algumas vezes sofisticados, para o seu grau de amadurecimento cerebral; o que de  certa forma é um contrasenso e uma perda enorme de tempo.
Recentemente foi feita uma pesquisa sobre ex-alunos, em uma tradicional universidade americana. Nesta pesquisa, a instituição procurou saber como eles  estavam no mercado de trabalho. Espantosamente, concluiu-se que os  mais bem sucedidos no mercado ocupacional não foram, preferencialmente, aqueles que obtiveram os melhores graus de aproveitamento acadêmico. Muitas vezes, pelo contrário, eram aqueles não tão brilhantes na área cognitiva, mas competentes na arte de fazer amigos, sobretudo, através das chamadas redes sociais. Utilizando estes meios de comunicação "on line ", conseguiram fazer parte de uma teia de contatos que, provavelmente, muito contribuiu para alavancar as suas carreiras profissionais.

De certa forma, nunca fui favorável a este excesso de informações imposto ao aluno. Até porque, considero que a escola deva ser um ambiente holístico, integral, agradável, desafiador e de busca natural do conhecimento como também de relacionamento social e crescimento do "eu interior" individual. Lembrando as palavras escritas no portal de entrada para consulta ao Oráculo de Delphos, famoso oráculo da antiguidade grega: " Conhece-te a ti mesmo e conhecerás a natureza e os deuses." Segundo a minha visão, a felicidade humana está dentro de cada um de nós. Para buscarmos a sua compreensão, se faz necessário, muitas vezes, tentarmos conhecer as nossas próprias verdades; como dizia Sócrates em sua frase lapidar: " Conheça-te a ti mesmo." Muitas vezes, as respostas para os nossos questionamentos estão em nosso interior. Daí, a importância da nossa introspecção. Através dela, podemos alcançar algumas de nossas raízes existencias. É sempre bom refletir que a vida é feita de escolhas. Viver é escolher, saber viver é saber escolher. O resto, é tudo consequência.

Além de ser um "banco de idéias", a escola deve desenvolver no educando, a capacidade de fazer uso da internet, também para aperfeiçoar as redes sociais, quando então o mesmo poderá aperfeiçoar a sua teia de contatos para melhor viabilizar a sua vida acadêmica.
A escola deve aprimorar no aluno, a sua capacidade de comunicação. Neste mundo globalizado, as pessoas que tiverem maior acesso à informação, e como tal, saberem transmití-las com transparência e objetividade terão maiores possibilidades de acessar as melhores vagas no mercado de trabalho. Infelizmente, no mundo  atual, não há chance para os tímidos. Uma das formas de se desenvolver esta habilidade no ambiente escolar é através dos estudos da Filosofia, Sociologia, da Psicologia e das Técnicas Teatrais.

 Neste mundo cada vez mais interativo e dinâmico, onde a competitividade está cada vez mais acirrada e desumana, percebe-se com bastante clareza, que não haverá emprego para todos. Assim sendo, a escola destes tempos, onde a única certeza é a mudança, que vem de maneira rápida, e muitas vezes, de forma irreversível, deverá preparar o seu alunado para se adequar consciente e harmonicamente a este ambientede novos desafios; onde não bastará apenas o domínio das Ciências e das Tecnologias. Será necessário empreender, já na escola, de preferência, com idéias e projetos. Será fundamental que aliado ao saber e as idéias de empreendedorismo , o estudante possa ampliar a sua rede social de contatos, e ao mesmo tempo, possa comunicar-se de forma adequada com os seus interlocutores, enfatizando com argumentos e boa capacidade de oratória, quando necessário, o seu poder de persuasão.

É imprescindível que a Escola ao atuar como um "banco do saber", possa preparar o aluno, antes de qualquer outra coisa, a ser um empreendedor de novas idéias, projetos e sonhos. Lembrando as palavras do professor francês Louis Jacques Filion: "Empreendedor é alguém que imagina, divulga e realiza visões." Inúmeros são os exemplos de pessoas que foram empreendedoras em seus projetos de vida. Através de seus sonhos, conseguiram inventar o futuro, modificaram as suas vidas e trouxeram avanços para a humanidade, através de projetos geradores de emprego e bem estar social.

QUATRO DICAS PARA QUEM ESTÁ ENTRANDO NO ENSINO SUPERIOR

A saída do Ensino Médio e o início dos estudos em uma instituição de ensino superior representam uma grande mudança para a vida do jove...