domingo, 22 de abril de 2012

70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam, afirma pesquisa

Postado por em 3/02/2012 • 0 Comentários Marketing, Vendas
Um novo estudo global feito pela Weber Shandwick descobriu que a reputação da empresa por trás da marca é fundamental para as decisões de compra dos consumidores. De acordo com a pesquisa, 70% dos consumidores entrevistados evitam comprar produtos quando não gostam da empresa que controla a marca. E os executivos concordam: 87% deles dizem que “contar com uma marca corporativa forte é tão importante quanto produtos de marca forte”.
A pesquisa “A empresa por trás da marca: confiamos na reputação” ilustra a realidade dos consumidores apresentada aos executivos de marketing e comunicação. O estudo identifica seis aspectos fundamentais, que revelam um cenário em que os consumidores já não compram produtos pensando apenas em suas qualidades, a reputação da empresa também é considerada.
70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam, afirma pesquisa
“Os consumidores estão usando o dinheiro que gastam como um voto de confiança para as empresas às quais eles acreditam”, diz Leslie Gaines-Ross, Chief Reputation Officer da Weber Shandwick. “A nossa pesquisa confirmou que praticamente já não existem limites que separam a reputação da marca e da empresa. É a empresa por trás da marca que garante aos consumidores que eles podem confiar na qualidade, na ética e na segurança dos itens que eles estão comprando”.
O novo cenário da reputação corporativa
A importância da reputação de uma empresa vale mais do que nunca hoje em dia. Quando é considerada juntamente com a reputação de suas marcas, cria-se um nome corporativo bem forte. Micho Spring, Diretor Global da Weber Shandwick, afirma que “uma reputação corporativa sem manchas é fundamental para explorar o valor total da empresa e para fortalecer as marcas, produtos e serviços oferecidos”.
A pesquisa da Weber Shandwick revela seis novas realidades sobre a interdependência entre a reputação da empresa e da marca:
1. A marca corporativa é tão importante quanto a marca dos produtos. 
A ampla maioria dos executivos (87%) acredita que uma marca corporativa forte é tão importante quanto marcas de produtos fortes. 65% deles defendem que as marcas de produtos se beneficiam da reputação geral da empresa, e 55% dizem que as pessoas se importam com as empresas por trás das marcas que elas compram. Executivos da China e do Brasil são os que mais concordam que a marca corporativa é tão importante quanto as marcas dos produtos (96% e 93%, respectivamente).
2. A reputação corporativa funciona como controle de qualidade dos produtos.
Os produtos se beneficiam muito da reputação corporativa intacta. Mais de dois terços dos consumidores dizem evitar produtos fabricados por empresas das quais eles não gostam, e garantem que olham os rótulos para saber qual é a empresa por trás da marca.
  • 70% evita comprar um produto fabricado por uma empresa da qual não gosta;
  • 67% tem o costume de olhar os rótulos dos produtos para saber qual empresa está por trás da marca;
  • 61% se aborrece quando não consegue descobrir qual empresa fabricou o produto;
  • 56% pesquisa a reputação da empresa que fabrica os produtos que consome.
Na pesquisa, 56% disseram pensar duas vezes antes de comprar um produto, quando não é possível identificar o fabricante.
Os consumidores estão se preocupando mais com as coisas que compram. Na verdade, quando perguntados livremente sobre qual era o valor da empresa por trás da marca, muitos usaram a palavra “garantia”. Para vários deles, uma empresa com reputação sem manchas gera bons sentimentos com relação aos produtos que ela fabrica. Mais importante do que isso, eles dizem que isso garante que os produtos da marca terão boa qualidade, ingredientes de origem certa e fabricação responsável. Em uma fala de um consumidor: “No final, é a empresa que recebe o seu dinheiro quando você compra um produto. Temos opções demais no mercado, por isso não somos forçados a comprar um produto de uma empresa da qual não gostamos”.
70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam, afirma pesquisa
3. Qualquer disparidade entre a reputação corporativa e do produto gera uma reação intensa dos consumidores. 
Mais da metade dos consumidores (54%) dizem que se surpreendem quando descobrem que um serviço ou produto que gostam é feito por uma empresa da qual eles não gostam. Quando perguntados sobre como reagiriam a uma surpresa assim, 40% dos consumidores disseram que provavelmente deixariam de comprar o produto, e outros 30% afirmaram que usariam a Internet para pesquisar mais sobre a empresa e os demais produtos que ela fabrica. Surpresas desagradáveis sobre o produto não costumam ajudar a empresa: dois terços dos consumidores possivelmente vão deixar de comprá-lo.
4. Os produtos geram discussões, que envolvem a reputação. O negativo repercute mais do que o positivo. 
A pesquisa perguntou aos consumidores o que eles costumam discutir sobre as empresas. Os produtos encabeçam as respostas. Quase 7 em cada 10 consumidores (69%) afirmaram discutir frequentemente ou regularmente a qualidade dos produtos que compraram. A lista dos cinco assuntos mais frequentes também inclui o atendimento aos consumidores, como os funcionários são tratados, escândalos ou erros da empresa fabricante e a visão geral sobre a empresa (a reputação). Os consumidores dizem que normalmente falam mais sobre os escândalos e erros da empresa (43%) do que sobre as qualidades corporativas (37%), preocupação ambiental (31%) e serviços à comunidade (29%).
Quais assuntos os consumidores costumam discutir entre si?
  • Se você gostou ou não de um produto que comprou  -  69%
  • A qualidade do atendimento ao consumidor da empresa  -  55%
  • Como a empresa trata seus funcionários  -  45%
  • Notícias sobre escândalos ou erros cometidos por empresas  -  43%
  • Sua opinião geral sobre a empresa e sua reputação  -  40%
  • Notícias sobre qualidades e boas ações da empresa  -  37%
  • O desempenho financeiro de empresas  -  33%
  • Como uma empresa usa as mídias sociais  -  32%
  • O que uma empresa e faz para proteger o meio ambiente  -  31%
  • Os websites das empresas  -  30%
  • O que as empresas fazem para ajudar as comunidades  -  29%
  • Os líderes das empresas, como diretores ou outros executivos  -  28%
5. Os consumidores formam uma opinião instantaneamente.
 O que influencia a opinião dos consumidores sobre as empresas? Sem nenhuma surpresa, os consumidores contam que o boca a boca (88%) é a principal influência sobre a reputação das empresas. Eles também consideram críticas on-line (83%) e resultados de pesquisas na Internet (81%). Para os consumidores brasileiros, fontes de informações mais tradicionais sobre as empresas – imprensa, prêmios e publicidade – são significativamente mais importante do que para os consumidores dos outros três mercados.
6. A reputação corporativa ajuda o valor de mercado da empresa. O status de “mais admirada” é mais valorizado do que os ganhos financeiros. 
Os executivos estimam que o valor de mercado de uma empresa é definido em média 60% pela reputação que ela possui. Este número explica por que as empresas passaram a dar mais importância para suas atividades de reforço da reputação. A ampla maioria dos executivos (86%) diz que suas empresas aumentaram os esforços de consolidação de reputação durante os últimos anos.
Consumidores e executivos concordam que a reputação de uma empresa é mais importante do que os ganhos financeiros. Mais da metade dos consumidores diz confiar mais nos produtos de uma empresa que é mais admirada do que nos de uma empresa com melhores resultados financeiros. Cerca de 6 em cada 10 executivos dizem que preferem ver suas empresas na imprensa com o status de mais admirada do que devido a um bom desempenho financeiro. Estas descobertas mostram que tanto os consumidores como os executivos passaram a reconhecer a reputação como mais permanente e duradoura. O desempenho financeiro pode ser cíclico e de curto prazo.
Que tipo de notícia gera mais confiança para os produtos de uma empresa junto aos consumidores?
  • Status de mais admirada – 53%
  • Bons resultados financeiros – 21%
  • Em dúvida – 26%
Em que tipo de notícia os executivos preferem ver suas empresas?
  • Status de mais admirada – 58%
  • Bons resultados financeiros – 37%
  • Em dúvida – 5%
A pesquisa da Weber Shandwick mostra como os consumidores buscam garantias antes de gastar os dólares, yuans, libras ou reais que trabalharam tanto para ganhar. Eles preferem gastar dinheiro em produtos de empresas que compartilham os mesmos valores que eles. Eles têm expectativas bastante altas com relação às empresas e marcas que gostam, e não pensam duas vezes em virar as costas quando ficam decepcionados ou em dúvida.
“Com esta pesquisa única e uma abordagem mais focada em criar uma voz unificada para a corporação e as marcas, estamos ajudando as empresas a criar e proteger a reputação corporativa. Assim, vão conseguir resultados mais sólidos”, destaca Spring.
Para mais informações, consulte o infográfico e o resumo executivo (em inglês). Mais resultados desta pesquisa serão divulgados ao longo de 2012, com dados sobre a contribuição da reputação do presidente da empresa e uma comparação entre empresas com uma e várias marcas.
Sobre o estudo
A pesquisa on-line foi realizada com a KRC Research em outubro e novembro de 2011. Foram entrevistados 1.375 consumidores e 575 executivos sênior de empresas com receita anual de US$ 500 milhões ou mais. A pesquisa envolveu quatro mercados importantes: EUA, Reino Unido, China e Brasil.
Fonte: S2Publicom

Quais são as marcas mais valiosas do Brasil?

Postado por em 9/06/2011 • 2 Comentários Grandes Marca
Itaú, Bradesco, Petrobras, Branco do Brasil e Skol.  Estas são, respectivamente, as marcas mais valiosas do país segundo ranking elaborado pela Interbrand, consultoria líder mundial em estratégia e identidade de marca. Juntas essas companhias respondem por 75% do valor total das 25 maiores marcas brasileiras, que é de R$ 92 bilhões.
Quais são as marcas mais valiosas do Brasil?Apesar de as primeiras colocadas terem um valor bem maior que as demais participantes  do ranking, todas as companhias tiveram um aumento expressivo no valor de suas marcas. A nota de corte, que é feita a partir do valor médio, subiu de R$ 87 milhões, em 2009, para R$ 209 milhões em 2010. “Estamos vendo um reflexo claro do crescimento da economia e da maior preocupação dos gestores com suas marcas”, afirma Daniela Bianchi, diretora de estratégia da Interbrand.
A marca que teve maior aumento de valor em 2010 foi a Hering, com um aumento de 45% em relação a 2009. Depois de um trabalho bem-sucedido de reposicionamento, a marca fechou o ano passado valendo R$ 209 milhões.
A Vale foi outro destaque. Com a forte crise de 2008, a empresa sequer apareceu na lista das 25 maiores do ano passado. Mas para recuperar posição, a mineradora investiu em uma forte campanha institucional, que colocou a companhia na 8ª posição da lista, com um valor de R$ 2,6 bilhões.
Também se destacaram na lista deste ano algumas empresas varejistas. Extra, Casas Bahia, Pão de Açúcar e Ponto Frio apareceram pela primeira vez no ranking, mostrando que a consolidação desse setor da economia vem alavancando o valor das marcas.
Outra estreia foi da Cielo, marca que surgiu da mudança de nome da Visanet. “A empresa quebrou um paradigma, pois estreou no ranking ainda novata e num mercado também novo, que em 2009 não existia”, afirma Daniela.
O ranking da Interbrand leva em conta duas dimensões, a Força da Marca e o Papel da Marca. Força é a capacidade da marca de assegurar lucros futuros. Já o Papel, representa a influência da marca no processo de compra.
A seguir, confira o ranking das maiores marcas do Brasil em 2010
As 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2010
MarcaValor (em milhões de reais)crescimento em relação a 2009
Itaú24.296+18%
Bradesco13.633+10%
Petrobras11.608+7%
Banco do Brasil11.309+8%
Skol7.277+10%
Natura5.666+22%
Brahma4.351+21%
Vale2.656Não estava no ranking anterior
Antarctica2.013+15%
Vivo1.700+16%
Lojas Renner835+7%
Lojas Americanas703+17%
Embratel619-15%
Cielo604Estreia no ranking
Cyrela587+8%
Caixa Econômica Federal563Estreia no ranking
Oi514+8%
Banrisul501Estreia no ranking
Extra496+9%
Casas Bahia447-22%
Braskem422Estreia no ranking
Pão de Açúcar389Estreia no ranking
Net323+10%
Ponto Frio232Estreia no ranking
Hering209+45%
Fonte: Interbrand

Marketing emocional: O único caminho para a fidelidade é o relacionamento verdadeiro

Postado por em 13/05/2011 • 0 Comentários Marketing
por Ivan Postigo*
O homem tem desenvolvido meios para divulgar e propagar suas mensagens, contudo a excessiva objetividade tem feito com que perca a essência.
Claro que ao lançarem produtos, estes devem ser apresentados ao público consumidor. É a única forma de torná-los conhecidos, ocorre que a massificação não permite destaque.
Produtos e mensagens sem grandes diferenciais não retém a atenção de quem os vê e não incentiva a experimentação. Inovar nessa área tem sido um dos grandes desafios dos gestores.
Há um detalhe, entretanto, que precisa ser realmente trabalhado e não tem recebido a devida atenção das empresas: O relacionamento com o mercado.
Não é difícil defender que estamos comprometidos com esse aspecto, apresentando nossos trabalhos de registro de informações e reclamações do mercado, o programa para gerenciamento de relações com o cliente (CRM), trocas efetuadas, e uma série de respostas às cartas e telefonemas.
Marketing emocional: O único caminho para a fidelidade é o relacionamento verdadeiro
Racional ou emocional?
Ora, você já notou que na grande parte dos assuntos tratados quem tomou a iniciativa do contato foi o cliente?
É interessante que quanto mais informações temos e atenção dedicamos à análise, com maior clareza percebemos quão distante estamos realmente dos clientes.
Gerentes comerciais nos dizem sempre: Não temos tempo para dar atenção a todos os clientes. Os problemas a serem resolvidos são muitos e diversos e precisamos prospectar continuamente.
Essa frase dita por um gestor de uma empresa nova, com produtos que necessitam maior visibilidade tem sentido, mas em uma organização com mais de vinte anos no mercado, com produtos sem mudanças significativas, atendendo estações ou pequenas melhorias tecnológicas?
Essa afirmação merece ser avaliada!
Especialistas, depois de horas de estudos, observaram que entre sessenta e setenta por cento dos clientes trocam os fornecedores porque consideram que estes não se importam com eles.
Intrigados, analisaram pesquisas de empresas que se mostraram interessadas ou que tinham softwares de gestão de relações (CRM), os resultados não mudaram significativamente.
Um olhar atento mostra que a coleta de informações serve para indicar oportunidades, não para gerenciar e estabelecer modos de relacionamento.
O mercado se apropriou da palavra “parceria” como uma forma de diferenciar a relação fornecedor – cliente. O resultado foi um enorme desgaste, justamente por não fazer o adequado uso a que se propunha.
Rolf Jensen, Diretor do The Copenhagen Institute For Future Studies, disse: “Os futuros produtos terão que apelar aos nossos corações e não às nossas mentes”, pois a sociedade da informação está migrando para a sociedade dos sonhos.
Defende ainda que a hora de agregar valor emocional a produtos e serviços é agora, contudo cabe um alerta: O foco continua sendo o produto e não o consumidor e nossos parceiros comerciais.
È interessante que isso seja feito, mas será apenas mais uma nova onda.  Ainda assim, os gestores permanecerão tratando de problemas e prospecção. A contínua atenção e preferência por nossas empresas e produtos dependem de um fator: Fidelidade.
Fidelidade é resultado do verdadeiro relacionamento que tem como base o carinho. Carinho que não só aproxima gestores, mas desenvolve afeição.
Como gestor lembre-se sempre: As pessoas compram de quem gostam e confiam.
Despertar e desenvolver esse atributo em seus colaboradores não só melhora as relações internas e externas, como é uma questão de sabedoria para gestão!
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*Ivan Postigo - Diretor de Gestão Empresarial
Contato: ivan@postigoconsultoria.com.br - Twitter: @ivanpostigo

5 MANEIRAS DE DETONAR A SUA CARREIRA


por Ricardo Piovan *
Diz o filósofo que excelência não é aquilo que você faz uma ou duas vezes e sim aquilo que você faz repetidamente. A falta de excelência é a mesma coisa, isto é, aqueles erros que você comete várias vezes e que acabam com a sua imagem profissional, resultando uma carreira que não evolui para patamares mais elevados na organização.
Gostaria de destacar cinco maneiras que detonam qualquer carreira e que talvez estejam detonando a sua:
1- Seja um “reclamão”
Para conseguir uma estagnação completa no seu trabalho seja aquela pessoa que vive reclamando de tudo na empresa, dizendo que o seu chefe não colabora, que a equipe é incompetente e que a organização não contribui de forma efetiva com o seu trabalho. Reclame também do cliente, aquele cara, que paga o seu salário. O “reclamão” é aquela pessoa que vê defeito em tudo e não faz nada para mudar aquilo que ele reclama.
2- Não dê resultado para a empresa
Outra forma fantástica de ser esquecido num canto da empresa é você ser um “passivo”, isto é, ser uma pessoa que apenas traz despesas para a empresa. Se as suas atividades não fazem a empresa gerar dinheiro ou economizar dinheiro, saiba que você está no caminho certo para o esquecimento completo.
5 maneiras de você detonar a sua carreira
3- Não seja um “resolvedor” de problemas
Para potencializar ainda mais a sua estagnação não resolva nenhum problema, a menos que lhe solicitem, isto mesmo, fique na sua, se o seu radar detectar uma situação problemática finja que não é com você e apenas se manifeste quando for solicitado. Ahh … reclame pelo problema ter aparecido.
4- Não busque situação de aprendizado.
Este é um dos pontos mais importantes para que você fique paralisado anos na sua carreira. Não leia livros, não assista palestras e em hipótese alguma faça treinamentos. Continue fazendo as coisas sempre do mesmo jeito. Por favor, não procure fazer mais rápido, mais barato ou com mais qualidade as suas atividades.
5- Ande com os perdedores
Afaste-se dos talentos que existem na organização, pois eles podem te contaminar com o entusiasmo deles, levando você a ficar com vontade de não fazer os quatro pontos acima. Ande com as pessoas que vivem reclamando, que não dão resultados e que não resolvem problemas. Acredite, se você andar com os profissionais extraordinários você poderá ter uma recaída e ficar com vontade de estudar para fazer as suas tarefas com mais eficácia.
Garanto a você que seguindo as orientações acima a sua carreira ficará completamente impedida de qualquer sucesso e que você será o primeiro a ser lembrado em uma situação de corte dentro da empresa.
*Ricardo Piovan – Palestrante
ricardo.piovan@portalfox.com.br

Os 10 Homens mais ricos do mundo em 2011, segundo a Forbes

Postado por em 16/03/2011 • 53 Comentários Negócio
Recentemente, a mundialmente famosa Revista Forbes divulgou a sua tradicional lista dos homens mais ricos do mundo, desta vez no ano de 2011. O mexicano Carlos Slim, proprietário da Claro e da Embratel no Brasil, continua no topo da lista, com uma fortuna impressionante em torno de US$ 74 bilhões. Já o brasileiro Eike Batista continua na lista dos 10 homens mais ricos do mundo, mantendo-se em oitavo lugar com uma fortuna estimada em US$ 30 bilhões.
Confira a lista completa dos bilionários abaixo:


Os 10 Homens mais ricos do mundo em 2011, segundo a Forbes

1. Carlos Slim

Fortuna: US$ 74 bilhões
Atuação: Telecomunicações
Empresas: Claro, Embratel, etc.

2. Bill Gates

Fortuna: US$ 56 bilhões
Atuação: Informática
EmpresaMicrosoft

3. Warren Buffett

Fortuna: US$ 50 bilhões
Atuação: Investidor Financeiro e Indústrias

Empresa: Buffett pulveriza seus investimentos em diversas empresas

4. Bernard Arnault

Fortuna: US$ 41 bilhões
Atuação: Mercado de artigos de luxo

Empresa: LVMH

5. Larry Ellison

Fortuna: US$ 39,5 bilhões
Atuação: Tecnologia

Empresa: Oracle Corporation

6. Lakshmi Mittal

Fortuna: US$ 31,1 bilhões
Atuação: Mineração e transformação do aço, Recursos humanos e Marketing
Empresa: Arcelor Mittal

7. Amancio Ortega

Fortuna: US$ 31 bilhões
Atuação: Textil
Empresa: Inditex

8. Eike Batista

Fortuna: US$ 30 bilhões
Atuação: Mineração e Petróleo
Empresas: EBX, MMX, OGX, LLX, MPX, Hotel Glória, Porto de Peruíbe

9. Mukesh Ambani

Fortuna: US$ 27 bilhões
Atuação: Energia e Materiais industriais
Empresa: Reliance Industries Limited

10. Christy Walton

Fortuna: US$ 26,5 bilhões
Atuação: É nora do fundador da Wal-Mart, Sam Walton
Empresa: Wal-Mart
Segundo a Revista Época Negócios, a lista das pessoas mais ricas do mundo de 2011 bateu dois recordes: o de maior número de bilionários, 1.210 no total, e o total da riqueza acumulada por eles, de US$ 4,5 trilhões. Este montante ultrapassa o PIB da Alemanha, maior potência européia, por exemplo.
A febre das redes sociais criou outros dois milionários: Mark Pincus, da Zynga, fundadora do Farmville, e Eric Lefkofsky, do Groupon, grupo de compra coletivas pela internet.
Para conhecer toda a lista dos homens mais ricos do mundo em 2011, acesse o site da Forbes.

domingo, 8 de abril de 2012

A utopia sufoca a educação de qualidade

"Se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho"

Gustavo Ioschpe
A missão da boa escola é ensinar as disciplinas fundamentais aos alunos, e não tentar corrigir as desigualdades do Brasil A missão da boa escola é ensinar as disciplinas fundamentais aos alunos, e não tentar corrigir as desigualdades do Brasil (Jonne Roriz/AE)
Um dos males que assolam nossa educação é a esperança vã de pensadores e legisladores de que uma escola que mal consegue ensinar o básico resolva todos os problemas sociais e éticos do país. Eles criaram um sistema com um currículo imenso, sistemas de livros didáticos em que o objetivo até das disciplinas científicas é formar um cidadão consciente e tolerante. Responsabilizaram a escola pela formação de condutas que vão desde a preservação do meio ambiente até os cuidados com a saúde; instituíram cotas raciais e forçaram as escolas a receber alunos com necessidades especiais. A agenda maximalista seria uma maneira de sanar desigualdades e corrigir injustiças. O Brasil deveria questionar essa agenda.
Primeira pergunta: nossas escolas conseguem dar conta desse recado? A resposta é, definitivamente, não. Estão aí todas as avaliações nacionais e internacionais mostrando que a única igualdade que nosso sistema educacional conseguiu atingir é ser igualmente péssimo. Copiamos o ponto final de programas adotados nos países europeus sem termos passado pelo desenvolvimento histórico que lhes dá sustentação.
Segunda pergunta: esse desejo expansionista faz bem ou mal ao nosso sistema educacional? Será um caso em que mirar no inatingível ajuda a ampliar o alcançável ou, pelo contrário, a sobrecarga faz com que a carroça se mova ainda mais devagar? Acredito que seja o último. Por várias razões. A primeira é simplesmente que essas demandas todas tornam impossível que o sistema tenha um foco. Perseguir todas as ideias que aparecem -- mesmo que sejam todas nobres e excelentes -- é um erro. Infelizmente, a maioria dos nossos intelectuais e legisladores não tem experiência administrativa, e acredita ser possível resolver qualquer problema criando uma lei. No confronto entre intenções e realidade, a última sempre vence. A segunda razão para preocupação é que, com uma agenda tão extensa e bicéfala -- formar o cidadão virtuoso e o aluno de raciocínio afiado e com conhecimentos sólidos --, sempre é possível dizer que uma parte não está sendo cumprida porque a prioridade é a outra: o aluno é analfabeto, mas solidário, entende? (Com a vantagem de que não há nenhum índice para medir solidariedade.) E, finalmente, porque quando as intenções ultrapassam a capacidade de execução do sistema o que ocorre é que o agente -- cada professor ou diretor -- vira um legislador, cabendo a ele o papel de decidir quais partes das inatingíveis demandas vai cumprir. Uma medida que deveria estimular a cidadania tem o efeito oposto: incentiva o desrespeito à lei, que é a base fundamental da vida em sociedade.
Eduardo Nicolau/AE
As aulas de ciências e as de português e matemática são as que vão fazer diferença positiva na vida dos jovens quando eles chegarem ao mercado
As aulas de ciências e as de português e matemática são as que vão fazer diferença positiva na vida dos jovens quando eles chegarem ao mercado
Terceira pergunta: mesmo que todas essas nobres intenções fossem exequíveis, sua execução cumpriria as aspirações de seus mentores, construindo um país menos desigual? Eu diria que não apenas não cumpriria esses objetivos como iria na direção oposta. Deixe-me dar um exemplo com essas novas matérias inseridas no currículo do ensino médio -- música, sociologia e filosofia. A lógica que norteou a decisão é que não seria justo que os alunos pobres fossem privados dos privilégios intelec-tuais de seus colegas ricos. O que não é justo, a meu ver, é que a adição dessas disciplinas torna ainda mais difícil para os pobres se equiparar aos alunos mais ricos nas matérias que realmente vão ser decisivas em sua vida. A desigualdade entre os dois grupos tende a aumentar. A triste realidade é que, por viverem em ambientes mais letrados e com pais mais instruídos, alunos de famílias ricas precisam de menos horas de instrução para se alfabetizar. É pouco provável que um aluno rico saia da 1ª série sem estar alfabetizado, enquanto é muito provável que o aluno pobre chegue ao 3º ano nessa condição. O aluno rico pode, portanto, se dar ao luxo de ter aula de música. Para nivelar o jogo, o aluno pobre deveria estar usando essas horas para se recuperar do atraso, especialmente nas habilidades basilares: português, matemática e ciências. É o domínio dessas habilidades que lhe será cobrado quando ingressar na vida profissional. Se esses pensadores querem a escola como niveladora de diferenças, se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho. O que, por sua vez, presume uma educação desigual entre pobres e ricos, fazendo com que a escola dê aos primeiros as competências intelectuais que os últimos já trazem de casa. Estou argumentando baseado em uma lógica supostamente de esquerda (digo supostamente porque, nesse caso, é transparente que as boas intenções dos revolucionários de poltrona só aprofundam as desigualdades que eles pretendem diminuir).
O mercado de trabalho valoriza mais as habilidades cognitivas e emocionais não porque os nossos empregadores sejam mesquinhos, mas porque, em um mercado competitivo, precisam remunerar seus trabalhadores de acordo com sua produtividade. Essa é a lógica inquebrantável do sistema de livre-iniciativa. Não adianta pedir ao gerente de recursos humanos que seja “solidário” na hora da contratação e leve em conta que os candidatos à vaga vêm de origens sociais diferentes, porque, se o recrutador selecionar o funcionário menos competente, o mais certo é que em breve ambos estejam solidariamente no olho da rua. Não conheço nenhum estudo que demonstre o impacto de uma educação filosoficamente inclusiva sobre o bem-estar das pessoas. Mas há vários estudos empíricos sobre a desigualdade no Brasil. O que eles informam é assustador: o fator número 1 na explicação das desigualdades de renda é, de longe, a desigualdade educacional (disponíveis em twitter.com/gioschpe). Ao criarmos uma escola sobrecarregada com a missão de não apenas formar o brasileiro do futuro mas corrigir as desigualdades de 500 anos de história, nós nos asseguramos de que ela se tornará um fracasso. A escola não pode fracassar, pois é a alavanca de salvação do Brasil.
O tipo de escola pública que queremos é uma discussão em última instância política, e não técnica. É legítimo, embora estúpido, que a maioria dos brasileiros prefira uma educação que fracasse em ensinar a tabuada mas ensine bem a fazer um pagode. Acrescento apenas uma indispensável condição: que a população seja informada, de modo claro e honesto, sobre as consequências de suas escolhas. Quais as perdas e os ganhos de cada caminho. O que é, aí sim, antidemocrático e desonesto é criar a ilusão de que não precisamos fazer escolhas, de que podemos tudo e de que conseguiremos obter tudo ao mesmo tempo, agora. Infelizmente, é exatamente isso que vem sendo tentado. Nossas lideranças se valem do abissal desconhecimento da maioria da população sobre o que é uma educação de excelência para vender-lhe a possibilidade do paraíso terreno em que professores despreparados podem formar o novo homem e o profissional de sucesso. Essa utopia, como todas as outras, acaba em decepção e atraso. Essa pretensa revolução, como todas as outras, termina beneficiando apenas os burocratas que a implementam.

Astronomia

Nova descoberta em Marte pode ajudar na busca de vida fora da Terra

Fotografias tiradas pela sonda Mars Express em região vulcânica mostram a existência de série de depressões na superfície do planeta

buracos Imagens em perspectiva da 'série de depressões' encontrada em região vulcânica de Marte (ESA/DLR/FU Berlin (G. Neukum))
A Agência Espacial Europeia (ESA) informou nesta quinta-feira a descoberta de crateras nas encostas de um dos maiores vulcões de Marte. Para os pesquisadores, essas peças podem ajudar na busca de vida microscópica fora da Terra.

Glossário

VULCÕES EM MARTE
Os vulcões do planeta vermelho foram extintos. Grande parte deles está na região de Tharsis. É nessa área que  o Monte Tharsis está localizado, um conjunto de três vulcões. Ao norte dessa região fica o maior vulcão do Sistema Solar em termos de área e volume, o Alba Mons, também conhecido como Alba Patera.

As imagens, reveladas pela sonda Mars Express, foram tiradas na região vulcânica de Tharsis em junho de 2011. Entre as hipóteses que explicam o surgimento dessa série de depressões circulares, os cientistas consideram a hipótese a de que tenham sido formadas por água subterrânea. A estrutura foi comparada aos 'cenotes', formação encontrada na península mexicana de Yucatán, que surgiu quando o teto de cavernas e outras rochas se romperam.
Outra possível origem desses buracos é vulcânica. Quando o magma escorre de um vulcão, ele resfria e se solidifica em superfície formando eventualmente um tubo pelo qual continua correndo lava. Os pesquisadores acreditam que o desmoronamento do teto desses túneis, que com o tempo se tornam ocos, pode ser uma explicação para as depressões.
A ESA considera que, para a busca de vida microscópica, a primeira hipótese é a mais promissora pois indicaria a existência de estruturas semelhantes a cavernas. Essas poderiam ter servido de local de proteção para microorganismos contra as duras condições da superfície.
A agência não descartou que as crateras possam ser simples sulcos na crosta de Marte. De qualquer forma, a ESA acredita que a descoberta das marcas é importante por mostrar muitas semelhanças entre os processos geológicos da Terra e Marte.


(Com Agência EFE)

QUATRO DICAS PARA QUEM ESTÁ ENTRANDO NO ENSINO SUPERIOR

A saída do Ensino Médio e o início dos estudos em uma instituição de ensino superior representam uma grande mudança para a vida do jove...