domingo, 25 de setembro de 2016

O DISCÓBOLO

O DISCÓBOLO. C:\Users\CA\Pictures\DISCÓBOLO Míron Julho 2011.jpg
Míron, escultor do século V a.C., criou uma estátua representando um discóbolo perfeitamente equilibrado no instante exato que precede o lançamento do disco. Na estátua, a pose do atleta, com os braços e as costas arqueadas, encarna ao mesmo tempo a curvatura do disco e a trajetória de seu voo, prestes a ocorrer. Ao criar a sua obra-prima, Míron quis retratar não um discóbolo em especial, mas o arremessador ideal, uma personificação consumada da excelência física e da sua busca. Tal excelência, porém, não era automática. Para atingi-la, era indispensável ter autodisciplina e determinação. Portanto, só com treinamento e concentração o atleta poderia alcançar sua meta. Por esses meios, seu potencial seria liberado e se tornaria real para que todos vissem. Embora fosse irrelevante do ponto de vista militar, o arremesso de disco fazia parte do Jogos Olímpicos porque demonstrava , de uma forma mais pura do que qualquer atividade competitiva, o fascínio da alma grega pela perfeição.
Nota: Este texto foi escrito por Carlos Luppus.

A tentação de ULISSES.


                    



Resultado de imagem para imagens de ulisses da mitologia grega
                    Stephen Bertman em seu livro OS OITO PILARES DA SABEDORIA GREGA, narra a história de que voltando para casa depois do fim do combate, Ulisses naufragou na ilha da deusa Calipso. Lá, os dois se apaixonaram. Tropical e luxuriante, a ilha era lugar remoto, um verdadeiro paraíso onde ninguém mais vivia.
                    Calipso sabia que Ulisses, por ser mortal, algum dia iria morrer e que ela ficaria sozinha novamente. Por isso, a bela deusa lhe deu a chance de conquistar a vida eterna, oferecendo-lhe néctar e ambrosia, os alimentos dos deuses. Se aceitasse a oferenda, Ulisses estaria livre da morte e viveria para sempre, desfrutando os prazeres dos sentidos ao lado dela.
                    Semanas depois de sua proposta, no entanto, ela o encontrou chorando na praia, o olhar perdido no horizonte, tentando avistar o lar de onde partira fazia 20 anos. Não era exatamente por sua casa que chorava, nem por saudade da mulher, nem pelo filho que deixara ainda criança e que se tornara adulto durante os longos anos que Ulisses passara na guerra e no mar. Chorava por saber que precisavam dele para corrigir os erros que tinha afetado o seu reino nos anos em que estivera fora. Somente se voltasse poderia se tornar outra vez marido, pai e rei, agindo como só ele poderia agir, ocupando o vazio que deixara ao partir.
                    Ulisses recusou a oferta de Calipso de se tornar um deus e escapar da morte, pois escolher viver ali significaria desistir da vida. Naquela ilha paradisíaca, onde tudo seria previsível e seguro, disponível e gratuito, uma coisa estaria faltando: um futuro no qual ele pudesse se atirar de corpo e alma.
                    Os gregos acreditavam que, durante a vida, o objetivo dos homens é terminar uma tarefa incompleta, e que é essa missão – mesmo que vagamente percebida – que atribui o significado à nossa existência, qualquer que seja o perigo.
                    Calipso ofereceu a Ulisses tudo o que ele era, mas lhe negou tudo o que ele poderia vir a ser. Naquela ilha exuberante porém deserta, um deus poderia viver, mas não um homem. Não por acaso a deusa se chamava Calipso, nome que significa “aquela que esconde “, pois, se seu amado decidisse ficar e viver com ela para sempreteria ficado escondido – dos outros mas também de si mesmo, daquele que poderia vir a ser.
                    No fim, não foi em busca de seu lar que ele partiu, carregado pelas ondas numa jangada, mas daquilo que poderia ser tornar. Observando-o se afastar pouco a pouco, remando lentamente, até Calipso entendeu a escolha que Ulisses fez.


Nota: Este artigo foi escrito por Carlos Luppus com adaptações do livro: Os Oito Pilares da Sabedoria Grega, de Stephan Bertman

EDUCAÇÃO: ENSINO E APRENDIZAGEM


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                    Jorge Bucay, médico e psicólogo argentino, em seu livro QUANDO ME CONHECI, afirma que uma parte importante de todo o conhecimento adquirido ao longo da vida é transmitida dos pais para os filhos.
                    Poderemos chamar esta “educação de formal,” que é transmitida por meio de ordens, conselhos, prêmios e castigos. A educação “não formal” é transmitida pelo que não é dito fundamental, porque as crianças têm uma tendência natural de imitar o que vem, principalmente, os exemplos dados pelos adultos.
                    Existe uma outra forma de ensino que se transmite de geração para geração, incluindo o que está contido em nosso material genético. Atualmente, os estudiosos do comportamento humano reconhecem que existe um verdadeiro manancial de informações que já fazem parte do nosso DNA, que colabora de forma incisiva, juntamente com as influências emanadas de nossa sociedade, na montagem de nossas estruturas morais, éticas e sociais.
                    Da mesma forma, os nossos filhos terão a tarefa de levar o nosso legado além de onde nossas limitações o deixaram. E seus futuros filhos terão o compromisso de levar todos estes conhecimentos para gerações seguintes.
                    Em um mundo expressamente competitivo, em que as mudanças são vertiginosas, todo este aprendizado transmitido às novas gerações, cria uma condição singular de sobrevivência e perpetuação da espécie humana.
                    Nós fomos criados segundo a velha metáfora que dizia que educar não era dar o peixe, e sim ensinar a pescar. Hoje, em dia este pensamento continua a vigorar como se estivesse realmente adaptado aos novos tempos. Mas, na realidade, não está.
                    Se, por exemplo, hoje eu der uma vara de pescar ao meu filho e o ensino a pescar, provavelmente, em sua fase jovem, os meus ensinamentos relacionados ao assunto serão suficientes para que ele possa até sobreviver com a arte da pesca.
                    No entanto, em sua fase adulta, pode ser que não haja mais peixes para pescar, talvez, a forma ensinada não seja mais adequada à captura dos mesmos.
                    Logo, penso que a tarefa dos pais, neste momento, é ensinar os filhos a criar e construir suas próprias ferramentas: fabricar sua própria vara, tecer sua própria rede, inventar suas modalidades de pesca. Com isso, é necessário admitir com bastante humildade que ensiná-lo a pescar não será suficiente para enfrentar os novos desafios de um mundo em transição.
                    Esta dificuldade dos pais em treinar os seus filhos para os problemas que enfrentarão no século XXI está ficando cada vez mais evidente em função do tempo em que o conhecimento humano se duplica. A diminuição progressiva do tempo de duplicação, que atualmente é de cerca de 20 anos, é uma das causas das crises existenciais entre pais e filhos.

                    Logo, por mais que os tempos sejam de mudanças, não poderemos deixar de passar aos nossos descendentes, um legado moral e ético em que o respeito e a honestidade sejam marcos fundamentais na construção de uma nova sociedade.

Nota: Este artigo foi escrito por Carlos Luppus com adaptações do livro: Quando me conheci, de Jorge Buckay.

A DESCOBERTA DO NEURÔNIO/GiancomoRizzolatti.

A
UNIVERSIDADE DE PARMA - Em 13 de março de 962, o Imperador Ottomian I conferiu a Uberto, o bispo de Parma, o início da Universidade no 'Diploma' - um documento que concedeu ao bispo o poder de ordenar e eleger líderes legais. Este documento foi a base da criação de uma instituição de ensino que duraria séculos mais tarde, e inda está preservada nos arquivos do Bispo de Parma hoje.


No início do verão de 1991, no interior das velhas pedras que fazem parte das paredes  da Universidade de Parma, um assistente de laboratório voltava do seu intervalo de almoço, tomando um sorvete de casquinha. Ao adentrar nas dependências do laboratório encontrou um velho conhecido, o macaco Rhesus, membro integrante do grupo de pesquisas do cientista de renome internacional, Giancomo Rizzolatti. Este macaco estava com um eletrodo em seu cérebro, sendo fruto de um estudo relacionado ao planejamento e execução de movimentos em símios.
Ao observar o assistente de laboratório tomando o sorvete, o macaco que estava com um eletrodo em seu córtex cerebral, demonstrou interesse imediato. “Quando o assistente levou o sorvete à boca, a atividade elétrica cerebral do macaco se alterou. Na realidade, este macaco estava degustando mentalmente o sorvete, inclusive com todos os movimentos físicos necessários para a realização da ação. Junto com o assistente, o cérebro do macaco enviava sinais para o seu braço erguer o sorvete até a boca, salivar e se preparar para uma grande satisfação do primata, afirma o Dr. A.K. Pradeep, em seu livro, “O Cérebro Consumista.” Na realidade, o que estava ocorrendo era uma experiência típica do “Macaco vê, macaco faz”. Embora o símio não estivesse esboçando nenhum movimento físico alusivo à ação do assistente de laboratório, o seu cérebro, especificamente os seus neurônios-espelho , estava se deleitando deste raro momento de pura gula primata.
O Dr. Giancomo Rizzolatti, responsável pelo experimento em cérebros de  macacos da Universidade de Parma, realizou outras pesquisas relacionadas, usando amendoins. Quando um macaco observava outro macaco ou um ser humano comendo amendoim, seus neurônios reagiam de tal forma, parecendo que os mesmos estivessem realmente descascando e comendo amendoim. Em todas as situações experimentais, os neurônios do córtex pré-frontal dos macacos Rhesus reagiam da mesma forma.

Em 1994, Rizzolati publicou sua primeira pesquisa sobre a descoberta recente dos neurônios-espelho.



Nota: Este artigo foi escrito por Carlos Luppuscom algumas adaptações do livro, o O Cérebro Consumista, do Dr. A. K. Pradeep.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Como trabalhar sentado está matando você.

9 DE ABRIL DE 2015 DEIXE UM COMENTÁRIO


BEA

Já conversamos sobre meu hábito de apresentar o Jornal da CBN em pé, neste blog. Volto ao assunto, porém, para compartilhar com você algumas informações que acabo de ler no site ATTN, em sua editoria de saúde, que publicou o post com o título Why You Might Want a Standing Desk, algo como “Por que você tem de ter uma mesa para trabalhar em pé”.

Informa o texto que os americanos ficam sentados, em média, 9,3 horas por dia. Curiosamente, eles trabalham, em média, 9,4 horas por dia. Ou seja, ficam mais tempo sentados do que dormindo, por exemplo. Aqui no Brasil não conheço estatística sobre o tema, mas comece a se preocupar com a saúde se você fica mais de seis horas sentado durante o dia. Você tem 40% mais chances de morrer nos próximos 15 anos do que seu colega que só fica três horas por dia sentado. Além disso, você tem o dobro de chances de sofrer com doenças cardiovasculares.


O melhor remédio para curar esta “doença” é, primeiro, conscientizar-se do mal que está causando a você mesmo. Depois, seguir algumas recomendações, muitas das quais tratamos, com frequência, com o Márcio Atalla, no Bem Estar e Movimento, do Jornal da CBN: a cada hora de trabalho se levantar e caminhar no escritório; aproveitar melhor o período do almoço, preferindo um restaurante um pouco mais distante ou fazendo um passeio antes de sentar para comer e subir escadas em vez de pegar elevador.

A autora do texto, Laura Donovan, diz que na sede da ATTN, em Los Angeles, tem mesas para que quiser trabalhar em pé, assim como no estúdio da rádio CBN, a qual uso muito mais do que a cadeira que está à frente de um computador na bancada do jornal. Ou seja, a persistirem os sintomas você vai ter de me aguentar vivo por muito mais tempo.

Leia o texto completo, no link a seguir e, se possível, o faça em pé ou caminhando:

ATTN

segunda-feira, 13 de abril de 2015

AUXÍLIO RECLUSÃO.

13/03/2013 09:55
O benefício é destinado à família do segurado que está preso
De Curitiba (PR) – Dentre os benefícios oferecidos pela Previdência Social aos seus segurados e familiares, o Auxílio Reclusão é um dos menos conhecidos e, exatamente por isso, um dos mais polêmicos. Este benefício, assim como a pensão por morte, é destinado aos dependentes do segurado – esposa ou companheira, filhos de até 21 anos ou inválidos ou, na inexistência destes, os pais que sejam dependentes economicamente – durante o período em que o segurado está preso em regime fechado ou semi aberto.
Dessa forma, somente os dependentes do segurado preso, que esteja pagando o INSS antes da prisão, é que poderão receber o auxílio. Outro equívoco frequente sobre o Auxílio Reclusão refere-se ao valor do salário pago aos dependentes do preso: não importa quantos dependentes ele tenha, o valor pago mensalmente é único, não é multiplicado pelo número de dependentes, e é calculado pela média dos salários do preso desde julho/94. Mais ainda: se o último sálario recebido pelo segurado empregado ou contribuinte individual for maior que R$R$971,78, sua família não poderá receber o benefício.
Também não é concedido auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver recebendo salário da empresa em que trabalhava ou que já receba aposentadoria ou auxílio-doença. Após a concessão do benefício, os dependentes devem apresentar à Previdência Social, de três em três meses, um atestado de que o segurado continua preso, emitido por autoridade competente. Em caso de fuga do preso, o benefício é suspenso.
O auxílio reclusão deixará de ser pago, dentre outros motivos,com a morte do segurado; em caso de fuga, liberdade condicional, transferência para prisão albergue ou cumprimento da pena em regime aberto.
Previdência Social - É um seguro que garante a renda do contribuinte e de sua família, em casos de doença, acidente, gravidez, morte, velhice e, também, prisão. Para ter direito a qualquer um dos benefícios da Previdência Social é necessário que o trabalhador pague o INSS todos os meses, como empregado doméstico ou de alguma empresa, contribuinte individual (autônomo e empresário), empreendedor individual, trabalhador avulso ou como facultativo (dona de casa e estudante). O trabalhador rural, em regime de economia familiar, que comprove tempo de trabalho na lavoura, também tem direito aos benefícios da Previdência Social.
Cidadão, os serviços da Previdência Social são gratuitos. Ligue 135 e informe-se. Não contrate intermediários! Você mesmo pode dar entrada em seu pedido de benefício no INSS!
Informações para a Imprensa:
Maria Cristina Pires
(41)3616-9366
ACS/PR
Informações para o cidadão:
Ligue 135
 Sem categoria


terça-feira, 28 de outubro de 2014


Como preparar um bom material de revisões para concursos

Concurso público realizado em Santa Bárbara d'OesteQuando a gente começa a se preparar para concursos públicos quer logo adiantar o estudo e acha uma perda de tempo preparar material para revisões. De fato, isso toma bastante tempo, mas é absolutamente necessário. Ter um material de apoio enxuto ajuda a rever o conteúdo nas poucas semanas disponíveis entre a publicação do edital e a prova.
O problema é saber o que é importante antes de concluir os estudos. Se as disciplinas não fossem tão longas, o ideal seria preparar esse material quando chegar ao fim do estudo da teoria de cada uma delas e voltar ao início para aprofundá-la.
Como nem sempre é possível fazer isso, uma solução intermediária é apenas sublinhar (de preferência a lápis) as partes mais importantes de cursos em PDF ou livros, fazendo anotações de palavras-chave na lateral da parte sublinhada, para facilitar a busca, se for o caso.
As aulas em vídeo e as presenciais terão de ser transformadas em anotações, que poderão ser sublinhadas em estudo posterior. Desta forma, as informações podem ser encontradas mais rapidamente. E é possível fazer uma revisão global dos conteúdos sem precisar ver todo o material de novo.
Passo a passo da revisão para concurso públicoSe o edital não sair (ou o candidato não for aprovado naquele concurso), mais tarde, com o “vai e volta” de revisões e exercícios, o candidato vai ganhando discernimento do que é mais importante e de como as informações se relacionam.
Fichas-resumo
Uma opção mais eficiente do que os tradicionais resumos dos tempos de escola são as fichas-resumo. São fichas mesmo ou folhas soltas, que devem ser numeradas, e em cada uma deve ser colocado o nome da matéria e o título do assunto – somente um por ficha, para facilitar a organização.
A ideia é fazer como se fosse uma propaganda: colocar poucas informações (as mais relevantes para lembrar o conteúdo) e de forma visual, ou seja, organizá-las no papel de forma lógica. A fonte teórica pode ser anotada no canto da ficha, a lápis, para que o candidato possa voltar a ela caso sinta dificuldade no momento da revisão.
Exceções, questões mais difíceis ou específicas também devem ser anotadas nas fichas. Afinal, no futuro, será somente esse o material usado pelo candidato.
A ficha deve conter algum espaço para inclusões posteriores. Devem-se usar cores, mas não muitas (como caneta azul, caneta vermelha e lápis). É interessante usar sempre os mesmos códigos (vermelho para alertas, proibições, exceções). E é preciso cuidado para não poluir o papel, porque tudo o que estiver ali será entendido pelo cérebro como informação relevante.
Organização diferentes por assunto
A confecção das fichas-resumo não obedece a regras rígidas. Cada tipo de disciplina e de conteúdo se adequa melhor a uma forma de registro no papel. Veja abaixo algumas sugestões de como preparar o seu material:
- Português: a gramática apresenta muitas regras e, quase sempre, exceções. Em alguns casos é válido criar quadros (regras de acentuação, por exemplo).
- Direito: envolve teoria e legislação. Funciona bem anotar as definições teóricas, de forma sucinta, e anotar sempre a base legal, para que possa ser consultada (exemplo: princípio da legalidade - CF, art. 5, II)
Em alguns casos, quadros também são úteis, como na definição de alíquotas, e sempre que houver necessidade de comparar situações (por exemplo, remédios constitucionais: habeas corpus, habeas data, mandado de segurança e suas características).
- Matemática, estatística, raciocínio lógico: matérias de exatas apresentam muitas fórmulas, que precisam ser memorizadas. Anotar a fórmula é importante, complementando com informações que a expliquem e detalhes de como deverão ser utilizadas (por exemplo, as unidades de tempo deverão ser iguais em fórmulas de matemática financeira).
Atualização permanente
Depois de estudada a teoria, é natural que o candidato aprofunde o conhecimento fazendo questões de concursos anteriores e simulados. Assim, ele pode encontrar tópicos que precisam ser reforçados ou que não foram mesmo estudados anteriormente.
Nesse momento, é preciso buscar o material de apoio (livro ou curso em PDF) para estudar o assunto e incluí-lo no material de revisão.
Vantagens
No início pode ser um pouco difícil saber o que colocar nas fichas e como ordenar as informações. Com o passar do tempo, o candidato vai ganhando experiência e percebe como o recurso torna-se útil. O fato de elaborar as fichas já é de grande utilidade para a fixação e organização do conhecimento.
Mais rápidas de fazer do que um resumo, as fichas permitem organizar e hierarquizar as informações. Elas são mais efetivas porque o cérebro não vê um “bloco de palavras”, mas informações ordenadas e com realce, que ajudam a buscar o conhecimento que está na memória. Com isso, o trabalho de revisão torna-se mais dinâmico e interessante, favorecendo uma melhor concentração;
O uso de folhas soltas permite a substituição de alguma ficha sem comprometer todo o material – quando ficarem muito poluídas ou quando for preciso incluir muitas informações novas (o candidato pode substituir uma ficha por duas, mantendo o mesmo número e acrescentando uma letra para não precisar renumerar tudo, como 3A e 3B).
Todo o conteúdo da matéria ficará agrupado num só lugar, e tudo o que for visto depois também. O conjunto de fichas de cada disciplina é pequeno e pode ser facilmente transportado e consultado sempre que surgir um tempo livre inesperado.

* Foto: Luis Eduardo Deffanti/Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste

QUATRO DICAS PARA QUEM ESTÁ ENTRANDO NO ENSINO SUPERIOR

A saída do Ensino Médio e o início dos estudos em uma instituição de ensino superior representam uma grande mudança para a vida do jove...